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Viver em Ceuta nos séculos XV a XVII parece ter sido uma aventura entre o fascinante e o desolador. Ao colorido dos trajes dos crestãos, judeus e muçsulmanos que íam e vinham, ou então habitavam permanentemente a cidade, juntavam-se as linguas faladas por essas mesmas gentes, a práctica das diferentes religiões, o receio de ser feito cativõ, as conversões de cristãos ao islamismo e de mulçumanos ao cristianismo, o deficiente abastecimieto alimentar e militar, mas também a trasposição de um tipo de vida que em tudo se pretendia semelhante á de Portugal. Viver em Ceuta era decreto uma aventura arriscada, mas inesquecível para todos os que passavam por tal experiência.
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INSTITUTO DE ESTUDIOS CEUTÍES
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